Nós não somos e nem podemos permitir que nos transformemos em joguetes do destino. Se concordamos com esse raciocínio, pensemos assim: Não sou uma máquina, um instrumento, uma peça qualquer, um escravo das circunstancias. Eu sou o Rei e único dono do meu Universo, eu é quem decido a minha vida.
Sou importante sim, por que sou capaz de tomar bem as decisões que norteiam a minha vida utilizando com sabedoria o meu livre arbítrio. Eu valorizo ou desvalorizo, priorizo ou despriorizo, invento, arquiteto meus planos, construo, amo a vida e o que faço.