Tudo aquilo que entregamos ao mundo encontra um caminho de volta até nós.
Não falo apenas dos fardos ou dos erros, mas, sobretudo, das sementes boas que espalhamos sem exigir retorno.
É a escuta que oferecemos, o abraço silencioso, a mão estendida sem cálculo.
É a bondade genuína, a lealdade discreta, o amor que não pede vitrine.
Esses gestos, ainda que pequenos, retornam como ecos de luz, lembrando-nos de que a vida sempre honra quem semeia com sinceridade.