As 17 regiões brasileiras de indicação geográfica integrantes da Plataforma Origem Controlada de Café de origem reuniu no IAC em campinas- SP, para debater plataforma de rastreabilidade, internacionalização, genéticas e o Acordo Mercosul-UE. A reunião foi para sobre estratégias para fortalecimento das Indicações Geográficas individualmente e do movimento coletivo, das IGs, que elas estão empreendendo a partir dessa plataforma de rastreabilidade.
Durante o encontro, foram discutidos temas relacionados ao projeto e realizada a Assembleia Geral do Instituto BRASIS Cafés de Origem, originado dessa iniciativa, de fortalecimento das regiões brasileiras na qual foi aprovada por unanimidade a sua nova diretoria.
A nova diretoria ficou assim definida:
– presidente: Fernando Barbosa (Região Sudoeste de Minas)
– vice-presidente: Cecília Nakao (Região Caparaó)
– diretora financeira: Carmen Lúcia Resende (Região das Vertentes)
– diretor administrativo : José Domingos Guasti. (Região Alta Mogiana)
– Conselho fiscal: Ana Cecília Veloso (Região do Cerrado Mineiro); Jonas Aparecido da Silva (Região Norte Pioneiro do Paraná) e Larissa Cirillo de Rezende Barbosa (Região de Garça)
O evento também promoveu debates sobre:
– utilização dos dados da plataforma de rastreabilidade dos cafés de origem de forma estratégica para orientar políticas públicas para esse segmento;
– genéticas e cultivares das plantas (germoplasma) que estão em proteção no IAC; com presença INPI, EMBRAPA e Instituto Federal de São Paulo.
– a manutenção da plataforma digital, com o apoio da tríplice Sebrae, ABDI e ICNA;
– internacionalização das Indicações Geográficas de café;
– oportunidades e desafios decorrentes do Acordo Mercosul União Europeia para as IGs de café.
Na sequência, a nova diretoria, em conjunto com os conselhos, constituiu um grupo de estudos para elaborar e apresentar uma nova proposta, com o objetivo de garantir a continuidade do projeto e a evolução das ações.
Atualmente, há no Brasil 25 regiões brasileiras de café reconhecidas pelo INPI por meio da Denominação de Origem (DO) e da Indicação de Procedência (IP).
Por fim, secretário executivo do Instituto BRASIS Cafés de Origem, apresentou um plano estrutural e econômico com foco em sustentar as regiões por meio da monetização financeira, possibilitando o nivelamento entre as iniciativas e, em conjunto com o Instituto, fortalecer a atuação em feiras nacionais e internacionais.
Encerrou com visita ao campo experimental IAC.
Fonte: Assessoria de Comunicação Instituto Brasis Cafés de Origem



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