NONO DIA de caminhada das MULHERES PEREGRINAS de Muzambinho – A fé torna todos iguais!

Na quarta-feira, 18 de maio, o trecho percorrido pelo grupo de 11 MULHERES PEREGRINAS de Muzambinho até o Santuário Nacional de Aparecida/SF foi de 29,3 km, partindo da cidade de Paraisópolis e chegando à Pousada da Dona Inês na Serra da Luminosa.

 

Todas as mulheres partiram de Muzambinho com o único objetivo da “peregrinação” (jornada a lugares santos ou de devoção). Na situação específica, até o Santuário Nacional de Aparecida/SP em devoção a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Cumprir promessa, pedir graça, apenas como devoção, para fortalecer a fé, para viver uma nova experiência de vida, para estar entre amigas, não importa! No final, Deus a tudo justifica!

 

E a jornada começou com a participação de empresárias, donas de casa, trabalhadoras, autônomas e mulheres das mais diversas atividades profissionais. No seu decorrer, as condições da caminhada e provações, foram igualando e colocando todas no mesmo nível de existência. “Seres humanos” comuns, peregrinas com alegrias e tristezas, dores e incertezas, vitórias e muita fé. Este é o outro lado da fé, fazer-nos entender que somos frágeis e fortes ao mesmo tempo, mas podemos sim confiar no amor de Deus e nas bençãos de Nossa Senhora Aparecida. Não somos maiores ou melhores que ninguém. Na “caminhada pela vida”, estamos na mesma estrada, tendo o mesmo destino e missão. E ai entendemos duas lições. A primeira é que somente o “bem e a caridade” levam à casa do Pai. A segunda é que “ninguém é feliz sozinho”.

 

O grupo de 11 MULHERES PEREGRINAS de Muzambinho é formado por Sônia Bueno “Veterinária”, Sandra Montanari, Rose Lopes, Leila Sandy, Delminda, Maria Aparecida, Maria Clara, Maria Hilma, Eliane Oliveira, Regina Xavier, Claudete, além de Carol (Panorama/SP), Carlos (Hortolândia/SP) e Kleber (apoio – Seta Amarela) e Kleber Nakahati como guia.

 

O Conde, os pescadores e uma imagem

 

Foi em 1717 que Dom Pedro de Almeida Portugal e Vasconcelos, Conde de Assumar, Governador das Capitanias de São Paulo e Minas Gerais, subiu a cavalo até São Paulo, para tomar posse do governo.

Assim, permaneceu em Guaratinguetá de 17 a 30 de outubro, sendo recebido com pompa, inclusive com grandes banquetes com o melhor da culinária local como os saborosos pescados do Rio Paraíba do Sul.

Para isso, a Câmara Municipal convocou os mais experientes pescadores para lançar as redes, pois era necessária boa quantidade de peixes.

Domingos Alves Garcia, seu filho João Alves e Felipe Pedroso, entre outros, puseram as mãos no remo. Mas, por mais que se esforçassem, não pescaram nada.

Foi quando na rede de João Alves, apareceu primeiramente o corpo da pequena imagem de Nossa Senhora, e depois, sua cabeça.

Imediatamente as redes se encheram de tanto peixe que os barcos quase afundaram!

Os bons ribeirinhos logo atribuíram essa pesca milagrosa à presença da imagem de Nossa Senhora da Conceição, que, pelo fato de ter aparecido nas águas, ficou conhecida como Aparecida!

 

 

 

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Fotos: Sônia Bueno

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