A história conta, mas poucos a conhecem e a relembram. Caconde foi uma fronteira de resistência às forças federais na Revolução de 1932. Atrás do Cristo Redentor ainda há indícios de trincheiras ali escavadas, usadas pelos soldados ( aqui uma foto exemplificando), onde era fácil encontrar pentes de balas de fuzil e até esferas de metal, que seriam as bombas!
Em São Paulo (capital) 5 estudantes foram baleados e mortos. Martins, Miragaia, Camargo e Drauzio, faleceram no dia. Alvarenga, natural de Muzambinho, faleceu dias depois e não entrou injustamente na sigla MMDC que passou para a história! Fazendo justiça, nós o colocamos aqui MMDCA!
Em Caconde, o Grupo Escolar foi utilizado como base dos invasores. Famílias da zona rural se aterrorizavam, pois seus animais eram confiscados.
Houve baixas entre nossas forças e um cacondense, enterrado no cemitério local, teve nos anos 70, seus restos mortais transladados para o Obelisco do Ibirapuera, na capital paulista, onde fica o Mausoléu dos Heróis da Revolução!
A imagem de São Miguel foi atingida por um estilhaço de bala, quebrando parte de sua estrutura. O bonito distrito de Barrania foi anexado ao município de Caconde após esta data! Pertencia a Minas Gerais.
Aqui uns traços da nossa história resumida. Com certeza há mais detalhes e fatos!
Creio que está mais que na hora de criarmos um Museu da Revolução e um monumento à esta participação da cidade em momento tão importante da nossa história!
Turismo também se faz com história!
Colaborou: Beto Firmino
Caconde/SP
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